UFRN
Núcleo de Pesquisa e Inovação em Tecnologia da Informação

    Informações diversas sobre o nPITI. Infraestrutura, objetivos, recursos, etc.
Informações Gerais
Coordenação:Prof. Dr. Adrião Duarte Dória Neto
Vinculação:Instituto Metrópole Digital
Secretaria:
Sobre o nPITI

O Instituto Metrópole Digital (IMD) órgão da administração suplementar da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), estruturado sob a forma de uma Unidade Suplementar, nos termos do Estatuto e do Regimento Geral da UFRN. O IMD surgiu como decorrência de uma ação iniciada na UFRN com a aprovação de projeto na Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) através do Convênio FINEP/Encomenda Vertical – Cód. 01.08.0588.00/Ref.1627/08 em sua primeira etapa e com recursos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) em sua segunda etapa, através do Termo de Cooperação para Descentralização de Crédito Orçamentário. Tais projetos corresponderam a um investimento total de cerca de R$ 36.000.000,00 (trinta e seis milhões de reais), tendo sido iniciados em 2008 e com final previsto para 2013.

Os projetos financiados, que receberam a denominação de Metrópole Digital, visaram instalar na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) uma ampla ação de ensino, pesquisa, inovação tecnológica, inclusão digital e social e incubação de empresas de base tecnológica na área de Tecnologia da Informação (TI). Para viabilizar tal ação, foram construídas duas unidades físicas na UFRN. Uma denominada Centro Integrado de Vocação Tecnológica (CIVT), com área total de cerca de 8.000 m2 e o Núcleo de Pesquisa e Inovação em Tecnologia da Informação (NPITI), com área total de cerca de 1.800 m2.

O Núcleo de Pesquisa e Inovação em Tecnologia da Informação no contexto do Instituto Metrópole Digital é uma unidade com foco na pesquisa, na inovação, na incubação de empresas de base tecnológica e no ensino.

Objetivos

O NPITI unidade do Instituto Metrópole Digital (IMD) através da sua estrutura de ensino e pesquisa dá suporte ao desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão na área de Tecnologia da Informação (TI) na UFRN, atuando de acordo com as políticas institucionais estabelecidas e de forma articulada com outros grupos de pesquisa, internos e externos à UFRN, que também atuem em TI, contribuindo para tornar uma referência de excelência na área dentro da região e do Brasil

Objetivos específicos

■ Contribuir para a inserção da UFRN no segmento estratégico de ensino, pesquisa, extensão e inovação tecnológica em Tecnologia da Informação;

■ Consolidar a infraestrutura de pesquisa (espaço físico e equipamentos) disponível aos grupos de pesquisa em Tecnologia da Informação da UFRN, viabilizando a articulação multidisciplinar dos grupos que atuam em áreas tais como Sistemas Embarcados, Robótica, Informática Industrial, Microeletrônica, Prototipagem, Processamento Digital de Sinais e Imagens, Instrumentação eletrônica, Sistema Ubíquos, dentre outras áreas correlatas;

■ Oferecer, de forma integrada, através desta infraestrutura, atividades de ensino, pesquisa, extensão e inovação tecnológica em Tecnologia da Informação na UFRN;

■ Formar recursos humanos de alto nível de modo a colaborar com as empresas de desenvolvimento de software e de hardware do estado, da região e do país;

■ Incrementar o número de teses e dissertações e de publicações científicas relevantes dos grupos na área;

■ Disponibilizar um espaço para interação entre a UFRN e a indústria em projetos de pesquisa e desenvolvimento na área de Tecnologia da Informação.

■ Apoiar a identificação e a pré-incubação de negócios, através da criação de um espaço para incubação de empresas na área de Tecnologia de Informação e viabilizar a verticalização da ação empreendedora na UFRN;

■ Viabilizar a formação de recursos humanos nos níveis básico e superior, o que contribuirá para a implantação de um pólo tecnológico inovador para o Estado do Rio Grande do Norte;

■ Consolidar a infraestrutura para ensino de pós graduação na área de Tecnologia da Informação nos cursos de Mestrado e Doutorado dos programas de Pós Graduação em Engenharia Elétrica e de Computação, Sistemas e Computação e outros Programas cujos os pesquisadores estejam direta ou indiretamente interagindo com o NPITI;

■ Estimular o desenvolvimento de inovações com patentes na área de Tecnologia da Informação;

■ Fornecer infraestrutura para possibilitar a implementação de atividades de ensino inovadoras (projetos hands-on, educação a distância - EaD, empreendedorismo, empresas júniores) nos cursos existentes na UFRN que formam profissionais na área de Tecnologia de Informação (Bacharelado em Tecnologia da Informação, Engenharia de Computação, Engenharia Elétrica, Ciência da Computação e Engenharia de Software), bem como nos cursos de engenharia criados na UFRN no âmbito do Programa REUNI (Engenharia Mecatrônica, Engenharia Biomédica, Engenharia de Petróleo);

■ Dar suporte aos demais cursos da UFRN que desenvolvem atividades na área de TI.

Importância do NPITI no Contexto da UFRN

Um número considerável de pesquisadores da UFRN atua no setor de Tecnologia da Informação (TI), com ênfase em áreas associadas ao desenvolvimento e integração de hardware e/ou software. Distribuídos em várias das bases de pesquisa da instituição, em maior ou menor grau, estes pesquisadores vêm incrementando a cooperação em trabalhos na área de TI, resultando em um número crescente de projetos de pesquisa com financiamento e em parceria com o setor industrial. Destas, podem-se destacar as atividades desenvolvidas com a indústria do petróleo e gás, através da PETROBRAS, com o setor elétrico regional, através da COSERN e CHESF e com o setor de informática através da Khronus S.A, entre outras. Além destas ações, merecem ser sublinhadas as interações com outros centros de pesquisa regionais, tais como o Instituto Internacional de Neurociências de Natal (IINN-ELS),o Instituto do Cérebro da UFRN, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Centro de Lançamentos de Barreira do Inferno (CLBI) e o Centro de Tecnologia do Gás (CTGÁS). Na área de microeletrônica, além da participação de pesquisadores no Instituto do Milênio em Micro e Nano Tecnologias (NAMITEC), há um forte relacionamento com o Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (CETENE) em Pernambuco e com o Centro de Ciência, Tecnologia e Inovação do Pólo Industrial de Manaus (CT-PIM) no Amazonas.

Do ponto de vista acadêmico, os pesquisadores envolvidos interagem com pares de várias instituições nacionais e internacionais, podendo-se citar: UnB, UFSC, UFCG, UFMA, UFBA, UFRGS, UFPE, UNICAMP, USP-São Carlos, FURG, LNCC, Arizona State University, Iowa State University, Texas A&M University, State University of New York (SUNY), École Nationale Supéiere de Télécommunications (ENST) de Paris, University of Colorado at Colorado Springs, McMaster University, Universidade do Porto, e University of York. Tais fatos vêm demonstrar a maturidade científica adquirida na área, consolidada por uma expressiva quantidade de publicações em conferências e periódicos de alto nível, assim como o envolvimento crescente em projetos de pesquisa financiados por órgãos de fomento governamentais e/ou empresas nacionais.

A estrutura departamentalizada da UFRN, onde laboratórios e departamentos se encontram distribuídos fisicamente em um amplo campus universitário, tem dificultado, de certa forma, a integração efetiva dos grupos de pesquisa, produzindo muitas vezes duplicidade de competências. O NPITI terá este papel integrador.

No que tange a atividade de inovação e transferência tecnológica para o setor produtivo, é pertinente observar que o esforço de inovação no país tem se concentrado na região sudeste, notadamente em São Paulo, que responde por cerca de 50% das patentes registradas no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) e no United States Patentand Trademark Office (USPTO). O Nordeste pouco contribui com atividades relacionadas à inovação em Tecnologia da Informação (TI), se destacando algumas iniciativas isoladas como a do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR). Se nos restringirmos ao Estado do Rio Grande do Norte, o cenário observado ainda é reduzido apesar da relevância da pesquisa desenvolvida na UFRN e do imenso potencial oferecido pelas atividades de extração de petróleo, de geração de energia renovável, de fruticultura e de carcinicultura. Entretanto as atividades desenvolvidas pelo IMD começam a dar resultados e os primeiros produtos e empresas incubadas já se destacam no cenário local e nacional. A UFRN é hoje Instituição líder no país no desenvolvimento de software para Instituições de Ensino.

A multidisciplinaridade, a abrangência e o potencial inovador do NPITI com suporte ao ensino, pesquisa e inovação em TI é de grande pertinência, sobretudo por englobar duas das quatro linhas prioritárias da PITCE (Política Industrial Tecnológica e de Comércio Exterior), notadamente a de semicondutores e a de software. A atividade científica servirá de elemento propulsor à inovação tecnológica, que tem o papel de realimentar a cadeia com novos problemas a serem solucionados.

A implantação do NPITI/IMD na UFRN visa induzir por conseqüência o estabelecimento de um polo de tecnologia, posicionando o estado do Rio Grande do Norte no setor de inovação de alto valor agregado. Esta ação deverá estabelecer um ambiente físico para o desenvolvimento de trabalhos em conjunto, alavancando a capacidade de produção científica, tecnológica e de inovação das bases de pesquisa envolvidas, contribuindo assim para fortalecê-las.

No tocante a equipamentos e instrumentos para auxílio à pesquisa, é importante ressaltar o contínuo esforço dos pesquisadores envolvidos visando captar recursos através de outras fontes de fomento. Espera-se que o estabelecimento do espaço físico fortaleça esta atividade, atraindo investimentos não só de agências públicas, mas sobretudo de parcerias com o setor produtivo.

O NPITI/IMD permitirá fornecer infraestrutura e dar suporte a grupos de pesquisa da UFRN que desenvolvem atividades em TI, atuando: no Instituto Metrópole Digital, no Centro de Tecnologia, no Centro de Ciências Exatas e da Terra, na Escola de Ciências e Tecnologia ou em outras unidades da UFRN. Estes pesquisadores participam ativamente de programas de pós graduação da UFRN tais: Programa de Pós Graduação em Engenharia Elétrica e Computação (PPgEEC), Programa de Pós Graduação em Sistemas e Computação (PPgSC) e Programa de Pós Graduação em Ciência e Engenharia de Petróleo (PPgCEP), dando suporte aos cursos de mestrado e de doutorado destes programas. Os professores pesquisadores envolvidos nesta proposta também dão suporte a seis cursos de graduação ligados à Tecnologia de Informação: Bacharelado em Tecnologia da Informação, Engenharia de Computação, Engenharia Elétrica, Bacharelado em Engenharia de Software, Bacharelado em Ciência da Computação, Bacharelado em Ciências e Tecnologia. Além destes, o grupo dará suporte também aos cursos de graduação em Engenharia Mecatrônica, Engenharia de Petróleo e Engenharia Biomédica, todos criados recentemente na UFRN, no âmbito do programa REUNI. Destes cursos, em particular, o curso de Engenharia Mecatrônica foi concebido para formar profissionais voltados ao projeto, concepção, desenvolvimento e prototipagem de produtos inovadores.

O NPITI/IMD contribuirá diretamente para incrementar a qualidade dos cursos de graduação e pós graduação citados e, em contrapartida, venha a se beneficiar dos recursos humanos formados pelos mesmos, servindo de espaço para desenvolvimento de pesquisas de pós graduação, atividades de iniciação científica, empresas júnior e incubação de empresas, intensificando assim o compromisso de transferência da pesquisa acadêmica para o setor produtivo. Estas ações visam cooperar com a consolidação da política de inovação tecnológica da UFRN, onde deve ser citada o NIT - Núcleo de Inovação Tecnológica, que visa fornecer de assistência técnica e jurídica para os pesquisadores da instituição.

No seu papel de instituição pública de qualidade inquestionável, a UFRN, através do NPITI/IMD, estará desenvolvendo uma extensa ação de inclusão social e digital, através do oferecimento, a jovens do ensino básico, de cursos de formação em TI, além de criar uma infraestrutura de suporte que permitirá o oferecimento de outros cursos em áreas diversas. Tal iniciativa visa a formação de empreendedores e profissionais para atender um déficit preocupante de técnicos qualificados em desenvolvimento de hardware e software existente no mercado.

Plano de Atividades

As atividades previstas para os três primeiros anos da unidade NPITI do Instituto Metrópole Digital objetivam a implementação do complexo de laboratórios, a atuação destacada em ensino, pesquisa, inovação, extensão e gestão.

Atividades de ensino

No ensino, a referida unidade, através da sua infraestrutura de laboratórios e salas de aulas, será fundamental para dar suporte: aos cursos técnicos do IMD, no caso (Automação, Eletrônica), à ênfase Sistemas Embarcados do Bacharelado em Tecnologia da Informação – BTI, também do IMD, o Mestrado Profissional em Sistemas Embarcados, Instrumentação e Microeletrônica, assim como para os programas de pós graduação cujos pesquisadores estejam integrados nos Laboratórios do NPITI. Cursos e atividades de curta duração também serão realizados no NPITI.

Um maior fortalecimento dos cursos de pós graduação onde atuam os pesquisadores do NPITI/IMD será uma consequência natural de uma maior estruturação de suas atividades, integrando competências diversas que hoje atuam de forma mais ou menos independente na UFRN.

Além dessas atividades, o NPITI/IMD pretende contribuir de forma efetiva no esforço coletivo da UFRN para tornar esta instituição uma referência na área dentro da região e do Brasil, através de formação recursos humanos de alto nível de modo a colaborar com os esforços dos setores governamental, industrial e de prestação de serviços na busca da excelência em TI.

Atividades de Pesquisa

Para os próximos 3 anos, os laboratórios próprios e associados ao NPITI/IMD têm como metas pesquisas em desenvolvimento científico e tecnológico e inovação que englobam diferentes aspectos da área de TI. De acordo como perfil da equipes envolvidas, as áreas prioritárias de atuação são descritas a seguir.

■ Sistemas dedicados/embarcados – voltada para o desenvolvimento de sistemas digitais embarcados, sistemas a microcontroladores, projetos orientados à plataforma e desenvolvimento de núcleos de hardware (IP cores).

■ Microeletrônica – voltada para a microeletrônica e suas aplicações.

■ Arquiteturas e sistemas em chip – envolve o desenvolvimento de sistemas em chip (SoC) em todos os seus aspectos, sejam hardware ou software, incluindo: arquitetura de microprocessadores, arquiteturas de sistemas reconfiguráveis, redes em chip (NoCs), sistemas integrados em chip e sistemas multiprocessadores em chip (MP-SoC), além de ferramentas de desenvolvimento e exploração do espaço de projeto de sistemas integrados e no desenvolvimento de softwares básicos.

■ Robótica – envolve o desenvolvimento e implementação de novas técnicas e algoritmos de sensoriamento, visão computacional, controle, navegação, manipulação e planejamento de tarefas e de arquiteturas de software e hardware embarcadas para sistemas robóticos, com aplicações em supervisão e monitoramento ambiental, urbano ou industrial, tecnologias médicas assistidas, etc.

■ Sistemas ubíquos – desenvolvimento de computação ubíqua e pervasiva, que envolva redes de sensores, interface de sistemas embarcados com o ambiente (sensores e autadores) e com usuários (interface homem máquina), soluções de comunicação, aquisição, processamento e gerenciamento de dados em contextos distribuídos, envolvendo também soluções de baixo consumo de energia, concentrando-se em áreas de redes de comunicações e ambientes inteligentes, tratando temas como: confiabilidade e qualidade de serviço (QoS) em redes de comunicação, interconexões sem fio em malha, redes elétricas inteligentes (smart grids), ambientes veiculares e computação verde.

■ Processamento gráfico – dentre as áreas pode-se destacar: visão computacional, robótica, televisão digital, computação gráfica, processamento de imagens, realidade virtual, multimídia, redes e animação por computador.

■ Informática Industrial - o Laboratório de Informática Industrial (LII) tem a missão de conciliar aspectos teórico e práticos de modo a desenvolver soluções inovadoras baseadas em software voltados a funcionalidades avançadas de automação industrial, como diagnóstico de situações anormais, detecção de falhas, avaliação de segurança operacional, integração de dados industriais e gestão de sistemas de alarmes e eventos.

■ Instrumentação inteligente – busca o desenvolvimento e implementação de novas estratégias de instrumentação baseadas na utilização de técnicas de inteligência computacional e processamento da informação, com ênfase na automação de processos industriais.

■ Instrumentação biomédica – concentra-se no desenvolvimento de dispositivos médicos, principalmente nas áreas de eletrônica embarcada, sensores e processamento de sinais biomédicos, com aplicações em: amplificadores de biopotencial, medidores de impedância, medidores não invasivos (pressão, saturação de oxigênio), monitoramento de glicose, monitoramento óptico não-invasivo, analisador de otoemissões, equipamentos de socorrismo, sensores biológicos e de diagnose e sistemas de auxílio à diagnóstico com uso de ferramentas de inteligência artificial.

■ Middleware – desenvolvimento de sistemas de middlewares para: aplicações de sensores sem fio, aplicações pervasivas e sensíveis ao contexto, aplicações de TV Digital, aplicações de grades computacionais, aplicações de tráfego de VoIP, além de métodos e ferramentas para tratar problemas como mobilidade, adaptabilidade, manutenibilidade, confiabilidade e disponibilidade.

Atividades de Extensão

Os cursos de formação de técnicos em programação e hardware estão na semente original do Projeto Metrópole Digital. No NPITI/IMD, pretende-se que estes cursos sejam realizados de forma contínua e mais abrangente e focados no potencial humano e material disponibilizados no complexo de laboratórios presentes na unidade.

Também estão previstos cursos de extensão profissionalizantes que visem satisfazer demandas da indústria de TI e áreas associadas, como, por exemplo, treinamentos, aplicação prática de conhecimento tecnológico, etc.

Como política do IMD, órgão ao qual o NPITI é vinculado, uma forte interação com os setores da sociedade está prevista, através de uma rede social na Internet onde os setores envolvidos apresentem demandas e interesses, como forma de dinamizar a interação entre empresas e UFRN. Para as empresas é uma forma de incubação virtual onde pode ocorrer o fornecimento ou a contração de serviços. Para os recursos humanos envolvidos, o objetivo é oferecer uma central de estágio onde empresas possam indicar necessidades e os interessados possam fornecer suas informações de capacitação e habilidades. Isso será obtido através da:

■ Descrição de perfis e interesses para ampliar negociações entre empresas e prestadores de serviços em TI;

■ Central de estágio e empregos, para acompanhamento de empregabilidade;

■ Workshop (job fair), colocando em contato direto a oferta e a demanda existentes.

Por fim, o NPITI integrado com a unidade CIVIT do IMD pretende investir fortemente na incubação e instalação de empresas de TI no Estado e região, possibilitando:

■ Transferência de tecnologia e inovação para as empresas regionais.

■ Incubação de empresas de alta tecnologia.

■ Disponibilização de laboratórios especializados para empresas regionais (carentes deste serviço).

■ Melhoria na qualidade de produtos que possam vir a ser desenvolvidos na região.

■ Formação de recursos humanos qualificados em TI.

■ Implantação de polo de tecnologia no RN, associado ao aeroporto de cargas em São Gonçalo e à futura ZPE.

Atividades de gestão

Dada a sua dimensão, o IMD e por decorrência o NPITI a sua sustentabilidade, tornando-se um agente ativo na capacitação de recursos para a manutenção do instituto.

Recursos Disponíveis
Humanos

O NPITI conta com doze laboratórios com professores e pesquisadores que integram cada laboratório. Além disso, o NPITI conta com a infraestrutura de secretaria, técnicos de laboratório e pessoal de apoio para serviços gerais.

Materiais - NPITI

O NPITI, construído em terreno localizado ao lado do Departamento de Engenharia de Computação e Automação do Centro de Tecnologia da UFRN, possui área total construída de 1.800,00m2, distribuídos em quatro pavimentos. No primeiro pavimento estarão localizados o auditório, a secretaria, sala de reuniões, espaço de convivência, sanitários, seis salas destinadas à incubação de empresas e o Laboratório de Prototipagem. O segundo pavimento será destinado ao suporte às atividades de formação, sendo composto por três salas de aula, laboratório de informática e sala de suporte para os monitores e tutores dos cursos de formação. No terceiro e quarto pavimentos, estarão localizados onze laboratórios de pesquisa. Pelo caráter eminentemente multidisciplinar da área todos os laboratórios estarão interagindo fortemente, seja como cliente, demandando serviços, seja como fornecedor de plataformas de aplicação para os diversos sistemas desenvolvidos pelos demais. A relação dos laboratórios é apresentada abaixo e uma descrição detalhada de cada um está nos anexos