Jupitera, empresa incubada no Metrópole Parque, é finalista de concurso nacional de inovação

Empresa também foi convidada para apresentar pesquisa em simpósio sobre energia na Alemanha
28-09-2026 / ASCOM
Empresas Internacionalização

A Jupitera, empresa incubada no Parque Tecnológico Metrópole Digital (Metrópole Parque), está entre as dez finalistas do Concurso Ideias Inovadoras, promovido pela incubadora Desavexe, vinculada ao Centro de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Cepedi) e ao Hub Salvador. O projeto foi selecionado entre 101 propostas submetidas por iniciativas de 11 estados brasileiros.

A chamada contemplou soluções voltadas a setores estratégicos, como saúde, agroindústria, sustentabilidade, energia e indústria, com uso de tecnologias como inteligência artificial, Internet das Coisas (IoT), computação em nuvem e ciência de dados. A Jupitera é uma deep tech que desenvolve o PER (Perturbador de Envelope Rítmico), um dispositivo eletrônico com processamento digital de sinais em tempo real, instalado no ambiente do receptor, que atua sobre a modulação de amplitude do ruído de aerogeradores.

A próxima etapa do concurso será o Pitch Final/DEMODAY, marcado para 30 de setembro, no Hub Salvador. Os dez finalistas apresentarão seus projetos diante do comitê de avaliação e convidados institucionais. Ao final, serão definidos três projetos vencedores, com prêmios de até R$ 10 mil.

Simpósio internacional na Alemanha

Além de chegar à etapa final do Concurso Desavexe, a Jupitera também foi convidada a participar do Halle-Symposium “Social Science in the Energy System Transformation”, que será realizado de 7 a 9 de outubro, em Halle, na Alemanha. O evento reúne pesquisadores de diferentes países para discutir os impactos sociais da transformação dos sistemas de energia.

O convite foi feito pelo professor Gundula Hübner, da Martin-Luther-Universität Halle-Wittenberg e da MSH Medical School Hamburg, uma das organizadoras do simpósio. Felipe Neves, fundador da Jupitera vai apresentar a pesquisa desenvolvida pela empresa, em formato oral ou pôster. A participação amplia a inserção internacional do projeto, que tem como base uma pesquisa desenvolvida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Gestão, Inovação e Sustentabilidade (PROPGIS/UFRN).

Para Felipe, a seleção representa uma validação do caminho percorrido pela empresa desde sua criação. “Isso traz muito a confirmação de que estamos no caminho certo. Estou feliz e satisfeito com essa trajetória, mesmo que ainda seja curta. Abrimos a empresa em abril e, por ter passado por uma jornada empreendedora anterior, acredito que consigo imprimir mais velocidade ao processo”, afirma o Fundador da Jupitera. 

Sobre a Jupitera

A Jupitera é uma deep tech que desenvolve o PER (Perturbador de Envelope Rítmico), um dispositivo eletrônico com processamento digital de sinais em tempo real, instalado no ambiente do receptor, que atua sobre a modulação de amplitude do ruído de aerogeradores — o componente rítmico e pulsante do som, apontado pela literatura científica como determinante do incômodo e da perturbação do sono em comunidades vizinhas a parques eólicos. A tecnologia tem pedido de patente em preparação, em cotitularidade com a UFRN, e está incubada no Parque Tecnológico Metrópole Digital (Metrópole Parque).